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Publicado em 04/07/2012

Faltam vacinas contra a gripe em clínicas privadas do Paraná


Corrida para se imunizar contra o vírus H1N1 esgota doses na rede particular de Curitiba e das principais cidades do interior do estado
Faltam vacinas contra a gripe em clínicas privadas do Paraná

Centros de vacinação privados estão com dificuldades para dar conta da demanda pela vacina contra a gripe A (H1N1) no Paraná. Em Curitiba e nas principais cidades do interior, a maioria dos postos particulares já não dispõe de doses e alega dificuldades com o fornecedor. A procura da população teve início com o crescimento da incidência da doença no estado, que totaliza 381 casos confirmados e 14 mortes.


A rede pública também apresenta quantidade reduzida de vacinas. Na semana passada, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba chegou a registrar falta do produto, mas a situação foi parcialmente normalizada na quinta-feira com o recebimento de 13 mil doses, de acordo com a diretora do Centro de Epidemiologia, Karin Luhm. Ainda há posto sem a vacina. Seguindo a orientação do Ministério da Saúde, a secretaria está imunizando idosos a partir dos 60 anos, crianças entre seis meses e 2 anos (devem tomar duas doses, caso não tenham sido vacinadas no ano passado), gestantes em qualquer fase da gravidez, povos indígenas e trabalhadores de saúde envolvidos na atenção a pessoas com gripe.

Até sexta-feira, o órgão havia vacinado 272.465 pessoas – 97,9% do público-alvo. As vacinas que restam serão fornecidas para as crianças que ainda não tomaram a segunda dose, mulheres que descobriram estar grávidas agora, bebês que completaram seis meses, entre outros que fazem parte do público prioritário.

 

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, 1,5 milhão de pessoas foram imunizadas no Paraná pela rede pública durante a campanha de vacinação contra a gripe, em maio, o equivalente a 89,9% do público-alvo. De lá para cá, mais doses foram recebidas (cerca de 90 mil chegaram nesta semana) e encaminhadas aos municípios para a vacinação dos grupos prioritários.

 

Fonte: Gazeta do Povo